-
A
seta
-
B
seta
-
C
seta
-
D
seta
-
E
seta
-
F
seta
-
G
seta
-
H
seta
-
I
seta
-
J
seta
-
K
seta
-
L
seta
-
M
seta
-
N
seta
-
O
seta
-
P
seta
-
Q
seta
-
R
seta
-
S
seta
-
T
seta
-
V
seta
-
W
seta
-
Y
seta
-
Z
seta
Feldmann, Hans-Peter
Alle Kleider einer Frau, 1974- Todas as roupas de uma mulher, 1974
- 70 fotografias p/b montadas sobre 12 cartolinas
- 32 x 22 cm (cada)
- Col. Fundação de Serralves - Museu de Arte Contemporânea, Porto. Aquisição em 1999
- Nesta série de imagens, dispostas numa espécie de catálogo, vemos as peças de roupa usadas por uma mulher na ordem pela qual foram usadas. Destacando características essenciais do trabalho de Hans-Peter Feldmann - que se desenvolveu numa prática arquivista vinculada ao registo da banalidade do quotidiano -, o título da obra antecipa uma tensão irónica presente na ordenação das imagens, tanto impessoais como íntimas.A obra de Hans-Peter Feldmann gira em torno dos arquivos e das coleções de imagens, trabalhadas essencialmente na sua produção fotográfica e em livros de artista. Ao isolar os objetos do seu contexto original para os integrar numa outra estrutura, a sua fotografia assume-se como um arquivo aberto marcado pela ordenação, inventorização e re-apresentação de imagens, tanto de objetos como de outros elementos da cultura visual. Feldmann sonda assim uma estética do mundano, convocando a memória coletiva e os mistérios da vida quotidiana através de um exercício lúdico, sentimental e voyeurístico.
Filipe, Carla
Carla Filipe (Aveiro, Portugal, 1973)Experiência flutuante - Paisagens gráficas, 2010- Experiência Flutuante - Paisagens gráficas, 2010
- Spray sobre tecido
- 191 x 159.5 cm
- Col. Fundação de Serralves - Museu de Arte Contemporânea, Porto. Aquisição em 2012
- "Experiência flutuante ? Paisagens gráficas" é inspirada na paisagem industrial de Londres. A artista apresenta um conjunto de desenhos em spray, de rápida execução, provenientes das longas caminhadas na cidade, em particular na zona de Hackney, a leste de Londres (local onde a artista viveu durante a sua residência artística nos ACME Studios em 2010-11).Londres, centro da Revolução Industrial, é igualmente marcada pela presença de um forte circuito de caminhos-de-ferro. Os comboios são um motivo fulcral para a artista, uma vez que viagens, deslocação e caminhadas, são modus operandi presentes no trabalho de Carla Filipe.
Carla Filipe (Aveiro, Portugal, 1973)Experiência flutuante - Paisagens gráficas, 2010- Spray sobre tecido
- 111.5 x 119 cm
- Col. Fundação de Serralves - Museu de Arte Contemporânea, Porto. Aquisição em 2012
- "Experiência flutuante ? Paisagens gráficas" é inspirada na paisagem industrial de Londres. A artista apresenta um conjunto de desenhos em spray, de rápida execução, provenientes das longas caminhadas na cidade, em particular na zona de Hackney, a leste de Londres (local onde a artista viveu durante a sua residência artística nos ACME Studios em 2010-11).Londres, centro da Revolução Industrial, é igualmente marcada pela presença de um forte circuito de caminhos-de-ferro. Os comboios são um motivo fulcral para a artista, uma vez que viagens, deslocação e caminhadas, são modus operandi presentes no trabalho de Carla Filipe.
Carla Filipe (Aveiro, Portugal, 1973)Experiência flutuante - Paisagens gráficas, 2010- Spray sobre tecido
- 105.5 x 91 cm
- Col. Fundação de Serralves - Museu de Arte Contemporânea, Porto. Aquisição em 2012
- "Experiência flutuante ? Paisagens gráficas" é inspirada na paisagem industrial de Londres. A artista apresenta um conjunto de desenhos em spray, de rápida execução, provenientes das longas caminhadas na cidade, em particular na zona de Hackney, a leste de Londres (local onde a artista viveu durante a sua residência artística nos ACME Studios em 2010-11).Londres, centro da Revolução Industrial, é igualmente marcada pela presença de um forte circuito de caminhos-de-ferro. Os comboios são um motivo fulcral para a artista, uma vez que viagens, deslocação e caminhadas, são modus operandi presentes no trabalho de Carla Filipe.
Carla Filipe (Aveiro, Portugal, 1973)Experiência flutuante - Paisagens gráficas, 2010- Experiência Flutuante - Paisagens gráficas, 2010
- Spray sobre tecido
- 79.5 x 108 cm
- Col. Fundação de Serralves - Museu de Arte Contemporânea, Porto. Aquisição em 2012
- "Experiência flutuante ? Paisagens gráficas" é inspirada na paisagem industrial de Londres. A artista apresenta um conjunto de desenhos em spray, de rápida execução, provenientes das longas caminhadas na cidade, em particular na zona de Hackney, a leste de Londres (local onde a artista viveu durante a sua residência artística nos ACME Studios em 2010-11).Londres, centro da Revolução Industrial, é igualmente marcada pela presença de um forte circuito de caminhos-de-ferro. Os comboios são um motivo fulcral para a artista, uma vez que viagens, deslocação e caminhadas, são modus operandi presentes no trabalho de Carla Filipe.
Fischer, Urs
Urs Fischer (Zurique, Suíça, 1973)Untitled (Pink Lady), 2001- Sem título (Senhora cor de rosa), 2001
- Açúcar, poliestereno, poliuretano, tecido, gesso, tinta de óleo, tinta acrílica
- 100 x 100 x 150 cm
- Col. Fundação de Serralves - Museu de Arte Contemporânea, Porto. Aquisição em 2006
- A senhora cor-de-rosa a que o título desta escultura se refere está sentada sobre uma mesa invertida, por sua vez colocada em cima de uma cadeira. Esta descrição, embora traduza exatamente a disposição dos elementos que compõem "Untitled (Pink Lady)" [Sem título (Senhora cor de rosa)], não os caracteriza: o cor-de-rosa é demasiado estridente para a figura feminina ser vista como uma senhora, os móveis estão demasiado gastos e esconsos para serem claramente identificados e o dossel sugerido pela sua disposição não parece ornamentar um trono ou um altar mas, no melhor dos casos, uma cama-palco. Além disso, na sua aparência inacabada, mulher e mobiliário parecem ter começado a dissolver-se, prestes a abandonar o estado sólido, situados num lugar impossível, entre o momentâneo e o permanente. Num ataque às noções consensuais de bom gosto, o artista suíço-alemão Urs Fischer realiza uma obra que é simultaneamente atrativa e hedionda, divertida e repugnante. Para sublinhar esta situação, decide apresentá-la na exposição "Squatters" em 2001, numa das divisões da Casa de Serralves mais conotadas com a sofisticação e a coqueteria francesas que inspiraram os seus arquitetos: a chamada casa de banho cor-de-rosa. Sinal de coqueteria é também a bebida Pink Lady, cocktail à base de gin cuja tonalidade cor-de-rosa se deve à granadina, ou xarope de romã, usada na sua composição. "Untitled (Pink Lady)" ilustra exemplarmente a predileção de Fischer por processos de decadência e metamorfose e pela desfamiliarização de objetos correntes. Utilizando com frequência detritos ou matérias comestíveis, o artista tem o cuidado de, junto de museus e colecionadores das suas obras, assegurar a adoção de soluções para a conservação das mesmas, aspeto que, como referiu o crítico de arte Dominic Van den Boogerd, denota a clara influência do artista, também suíço-alemão, Dieter Roth (1921-1998). Por outro lado, artista verdadeiramente omnívoro, Fischer socorre-se de tudo aquilo que lhe está próximo, usando recorrentemente peças de mobiliário. Mesas e cadeiras, raras vezes objeto da nossa atenção ? com exceção das ocasiões em que se tornam símbolo ou instrumento de poder (a cadeira elétrica, o trono) ?, podem, qual folha de papel em branco, receber todo o tipo de significações. Os móveis são o instrumento ideal para veicular o tédio do trabalho no estúdio, a contemplação diária da pequenez da vida quotidiana.
Forti, Simone
Simone Forti (Florença, Itália, 1935)Solo no. 1, 1974- Solo nº 1, 1974
- Vídeo, p/b, som, 4:3, PAL, 19'30''
- Col. Fundação de Serralves - Museu de Arte Contemporânea, Porto. Aquisição em 1999
- Considerada uma das mais importantes coreógrafas do século XX, Simone Forti começa o registo da performance "Solo No. 1" [Solo nº 1] a caminhar, de forma hipnótica, em círculos para logo começar intermitentemente a caminhar e a gatinhar, adotando o movimento de vários animais. Este ciclo pode ser interpretado como uma metáfora aberta sobre a evolução e o envelhecimento e a relação entre a forma humana e o movimento animal. No decurso da performance, a câmara segue de forma cada vez mais próxima os movimentos circulares de Forti, dando origem a uma dança interativa entre câmara e performer. "Solo No. 1" é um testemunho envolvente do profundo estudo de Forti sobre o movimento natural e a relação da dança e da coreografia com a natureza.
Framis, Alicia
Alicia Framis (Barcelona, Espanha, 1967)Billboard Thailandhouse, 2001- Madeira, tecido, fotografia a cores. Ed. 2/5
- 35.8 x 51.7 x 56.9 cm
- Col. Fundação de Serralves - Museu de Arte Contemporânea, Porto. Aquisição em 2006
- O trabalho de Alicia Framis cruza arte, arquitetura, moda e performance para criar propostas de construções como forma de intervenção social e política. "Billboardhouse" corresponde a uma análise que a artista faz sobre a presente condição da mulher e sobre os modos de vida nas sociedades atuais, no contexto urbano. A sua pesquisa sobre abrigo e arquitetura levou Framis a pensar novas alternativas de habitação, tendo em conta que a casa passa a ser apenas um local para onde regressamos apenas para descansar. Composta por um cubo constituído por três painéis de publicidade e com o quarto lado aberto como uma casa de bonecas, a maqueta propõe que a construção da casa seja financiada por campanhas publicitárias. "Billboard Thailandhouse" é referente ao modelo de "Billboardhouse" pensado para a Tailândia e por isso preparada para enfrentar a sazonal época das chuvas e o calor ? a casa é elevada e tem apenas umas cortinas em vez de portas ou janelas.
|