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Lanhas, Fernando
Fernando Lanhas (Porto, Portugal, 1923 - Porto, Portugal, 2012)P68-84, 1984- Seixo pintado
- 2 x 5 x 3.5 cm
- Col. Fundação de Serralves - Museu de Arte Contemporânea, Porto. Doação do artista em 2011
- Nas suas expedições arqueológicas, à procura de fósseis e vestígios das Idades da Pedra e do Bronze, Lanhas começou a colecionar seixos, selecionados pelo seu rolamento perfeito e a sua cor uniforme. Sobre estas pedras que se lhe apresentam como uma "tela", Fernando Lanhas pintaria formas geométricas que manifestam a ordem universal, assim lhes conferindo uma dimensão simultaneamente metafísica e estética. A pulsão subtrativa de Fernando Lanhas tem origem na convicção - alicerçada pelo seu interesse pela astronomia e a arqueologia, os seus estudos em arquitetura e a sua convivência com a música clássica - de que subjaz ao Universo uma lógica geométrica comum, que o conhecimento humano, em todas as disciplinas, tenta desvendar e compreender.Considerado o precursor do abstracionismo geométrico em Portugal, Fernando Lanhas desenvolveu a sua obra numa influência recíproca entre o processo artístico e a prática da investigação científica, percetível na forma como cataloga numericamente as suas pinturas ou em decisões formais, como a seleção cromática. Desde as pinturas sobre tela até à pintura de seixos rolados, as suas experiências exploratórias convergem numa interrogação do Cosmos, cuja origem reside na sua genuína curiosidade perante o desconhecido.
Fernando Lanhas (Porto, Portugal, 1923 - Porto, Portugal, 2012)P73-84, 1984- Seixo pintado
- 3 x 7.5 x 10 cm
- Col. Fundação de Serralves - Museu de Arte Contemporânea, Porto. Doação do artista em 2011
- Nas suas expedições arqueológicas, à procura de fósseis e vestígios das Idades da Pedra e do Bronze, Lanhas começou a colecionar seixos, selecionados pelo seu rolamento perfeito e a sua cor uniforme. Sobre estas pedras que se lhe apresentam como uma "tela", Fernando Lanhas pintaria formas geométricas que manifestam a ordem universal, assim lhes conferindo uma dimensão simultaneamente metafísica e estética. A pulsão subtrativa de Fernando Lanhas tem origem na convicção - alicerçada pelo seu interesse pela astronomia e a arqueologia, os seus estudos em arquitetura e a sua convivência com a música clássica - de que subjaz ao Universo uma lógica geométrica comum, que o conhecimento humano, em todas as disciplinas, tenta desvendar e compreender.Considerado o precursor do abstracionismo geométrico em Portugal, Fernando Lanhas desenvolveu a sua obra numa influência recíproca entre o processo artístico e a prática da investigação científica, percetível na forma como cataloga numericamente as suas pinturas ou em decisões formais, como a seleção cromática. Desde as pinturas sobre tela até à pintura de seixos rolados, as suas experiências exploratórias convergem numa interrogação do Cosmos, cuja origem reside na sua genuína curiosidade perante o desconhecido.
Fernando Lanhas (Porto, Portugal, 1923 - Porto, Portugal, 2012)P74-84, 1984- Seixo pintado
- 2 x 5 x 9.5 cm
- Col. Fundação de Serralves - Museu de Arte Contemporânea, Porto. Doação do artista em 2011
- Nas suas expedições arqueológicas, à procura de fósseis e vestígios das Idades da Pedra e do Bronze, Lanhas começou a colecionar seixos, selecionados pelo seu rolamento perfeito e a sua cor uniforme. Sobre estas pedras que se lhe apresentam como uma "tela", Fernando Lanhas pintaria formas geométricas que manifestam a ordem universal, assim lhes conferindo uma dimensão simultaneamente metafísica e estética. A pulsão subtrativa de Fernando Lanhas tem origem na convicção - alicerçada pelo seu interesse pela astronomia e a arqueologia, os seus estudos em arquitetura e a sua convivência com a música clássica - de que subjaz ao Universo uma lógica geométrica comum, que o conhecimento humano, em todas as disciplinas, tenta desvendar e compreender.Considerado o precursor do abstracionismo geométrico em Portugal, Fernando Lanhas desenvolveu a sua obra numa influência recíproca entre o processo artístico e a prática da investigação científica, percetível na forma como cataloga numericamente as suas pinturas ou em decisões formais, como a seleção cromática. Desde as pinturas sobre tela até à pintura de seixos rolados, as suas experiências exploratórias convergem numa interrogação do Cosmos, cuja origem reside na sua genuína curiosidade perante o desconhecido.
Fernando Lanhas (Porto, Portugal, 1923 - Porto, Portugal, 2012)P75-84, 1984- Seixo pintado
- 4 x 5.5 x 10.5 cm
- Col. Fundação de Serralves - Museu de Arte Contemporânea, Porto. Doação do artista em 2011
- Nas suas expedições arqueológicas, à procura de fósseis e vestígios das Idades da Pedra e do Bronze, Lanhas começou a colecionar seixos, selecionados pelo seu rolamento perfeito e a sua cor uniforme. Sobre estas pedras que se lhe apresentam como uma "tela", Fernando Lanhas pintaria formas geométricas que manifestam a ordem universal, assim lhes conferindo uma dimensão simultaneamente metafísica e estética. A pulsão subtrativa de Fernando Lanhas tem origem na convicção - alicerçada pelo seu interesse pela astronomia e a arqueologia, os seus estudos em arquitetura e a sua convivência com a música clássica - de que subjaz ao Universo uma lógica geométrica comum, que o conhecimento humano, em todas as disciplinas, tenta desvendar e compreender.Considerado o precursor do abstracionismo geométrico em Portugal, Fernando Lanhas desenvolveu a sua obra numa influência recíproca entre o processo artístico e a prática da investigação científica, percetível na forma como cataloga numericamente as suas pinturas ou em decisões formais, como a seleção cromática. Desde as pinturas sobre tela até à pintura de seixos rolados, as suas experiências exploratórias convergem numa interrogação do Cosmos, cuja origem reside na sua genuína curiosidade perante o desconhecido.
Fernando Lanhas (Porto, Portugal, 1923 - Porto, Portugal, 2012)P77-84, 1984- Seixo pintado
- 2.5 x 9.5 x 7 cm
- Col. Fundação de Serralves - Museu de Arte Contemporânea, Porto. Doação do artista em 2011
- Nas suas expedições arqueológicas, à procura de fósseis e vestígios das Idades da Pedra e do Bronze, Lanhas começou a colecionar seixos, selecionados pelo seu rolamento perfeito e a sua cor uniforme. Sobre estas pedras que se lhe apresentam como uma "tela", Fernando Lanhas pintaria formas geométricas que manifestam a ordem universal, assim lhes conferindo uma dimensão simultaneamente metafísica e estética. A pulsão subtrativa de Fernando Lanhas tem origem na convicção - alicerçada pelo seu interesse pela astronomia e a arqueologia, os seus estudos em arquitetura e a sua convivência com a música clássica - de que subjaz ao Universo uma lógica geométrica comum, que o conhecimento humano, em todas as disciplinas, tenta desvendar e compreender.Considerado o precursor do abstracionismo geométrico em Portugal, Fernando Lanhas desenvolveu a sua obra numa influência recíproca entre o processo artístico e a prática da investigação científica, percetível na forma como cataloga numericamente as suas pinturas ou em decisões formais, como a seleção cromática. Desde as pinturas sobre tela até à pintura de seixos rolados, as suas experiências exploratórias convergem numa interrogação do Cosmos, cuja origem reside na sua genuína curiosidade perante o desconhecido.
Fernando Lanhas (Porto, Portugal, 1923 - Porto, Portugal, 2012)P95-99, 1999- Seixo pintado
- 3.5 x 12 x 5 cm
- Col. Fundação de Serralves - Museu de Arte Contemporânea, Porto. Doação do artista em 2011
- Nas suas expedições arqueológicas, à procura de fósseis e vestígios das Idades da Pedra e do Bronze, Lanhas começou a colecionar seixos, selecionados pelo seu rolamento perfeito e a sua cor uniforme. Sobre estas pedras que se lhe apresentam como uma "tela", Fernando Lanhas pintaria formas geométricas que manifestam a ordem universal, assim lhes conferindo uma dimensão simultaneamente metafísica e estética. A pulsão subtrativa de Fernando Lanhas tem origem na convicção - alicerçada pelo seu interesse pela astronomia e a arqueologia, os seus estudos em arquitetura e a sua convivência com a música clássica - de que subjaz ao Universo uma lógica geométrica comum, que o conhecimento humano, em todas as disciplinas, tenta desvendar e compreender.
Lapa, Álvaro
Álvaro Lapa (Évora, Portugal, 1939 - Porto, Portugal, 2006)Máquina (da série "Campéstico"), 1986 - 2003- Tinta acrílica sobre tela
- 138 x 218.5 cm
- Col. P. O. P., em depósito na Fundação de Serralves - Museu de Arte Contemporânea, Porto. Depósito em 2011
- A pintura de Álvaro Lapa caracteriza-se por uma constante alusão ao seu universo pessoal. As suas referências - políticas, filosóficas e literárias - desenvolvem-se no seu trabalho em séries narrativas onde o linguístico e o pictórico se unem num só. "Máquina" (da série "Campéstico") - junção de "campestre" e "doméstico"), integra uma sequência de pinturas que o artista iniciou em 1986, e que expôs sob o título "Campéstico: Paisagens e interiores" na Galeria EMI Valentim de Carvalho, em Lisboa, em 1987. Ao longo de todo o seu percurso artístico, Álvaro Lapa trabalhou nesta série. Segundo o artista: "Primeiro eram as coisas que queria fazer e não fiz, outras que queria fazer e fiz, portanto são repetições". O quadro é característico da obra de Lapa, combinando simplicidade de meios, na sua paleta reduzida, com formas simples, oníricas. Executada num misto de formas monocromáticas e marcas aparentemente intuitivas num fundo de tom creme, a obra é ao mesmo tempo uma abstração e uma narrativa de um mundo interior.
Le Va, Barry
Barry Le Va (Long Beach, EUA, 1941)Sem título, 1966- Tela crua, tela pintada a spray, peças de puzzle
- Dimensões variáveis
- Col. Fundação de Serralves - Museu de Arte Contemporânea, Porto. Aquisição em 2001
- Esta peça de Barry Le Va é o resultado de ações (corte, queda, quebra ou dispersão) realizadas pelo artista sobre diferentes materiais, incluindo tela pintada e peças de puzzle. Aparentemente aleatórias, estas composições são cuidadosamente premeditadas e rigorosamente ordenadas pelo artista. Desta forma, Le Va desafia o espectador a estabelecer ligações entre os diversos elementos, enquanto as peças de puzzle usadas na peça aludem a um processo de análise, associação e reconstrução.Barry Le Va pertence ao grupo de artistas pós-minimalistas que, no contexto americano dos anos 1960 e 70, procurou uma redefinição do processo artístico em reação ao extremo rigor formal do minimalismo. O seu trabalho caracteriza-se pela procura de uma relação mais próxima do fazer artístico com os materiais usados, de modo a tornar as suas obras mais "orgânicas" e formalmente expressivas. Embora as obras de Le Va procurem ultrapassar a natureza industrial das esculturas minimalistas através do envolvimento físico nos processos artísticos e do uso de materiais caracterizados por uma forte tactilidade, o artista tomou do minimalismo a importância do espaço enquanto dimensão essencial da obra.
Long, Richard
Richard Long (Bristol, Reino Unido, 1945)Earth Circle, 2001- Círculo da Terra, 2001
- Granito
- Ø 900 cm
- Col. Fundação de Serralves - Museu de Arte Contemporânea, Porto. Aquisição em 2003
- O conjunto de pedras de granito de "Earth Circle" [Círculo da Terra] está instalado no chão formando um círculo dividido, numa composição geométrica que espelha as intervenções de Richard Long na natureza durante as caminhadas em que "reorganiza" elementos da paisagem, como rochas ou pedaços de madeira, em configurações básicas como a linha ou o círculo. No entanto, "Earth Circle" não é uma representação da natureza, mas sim um "documento estético" da relação e experiência pessoal do artista com a natureza. Para Long, cada pedra no mundo é diferente e única; neste sentido, ainda que tenha realizado ao longo da sua carreira muitas peças circulares semelhantes a esta obra, nenhuma delas é igual a outra devido às inúmeras diferenças de cor, tamanho, textura, peso e proveniência entre as pedras usadas em cada ocasião. O uso da pedra simboliza a relação de Long com a natureza; para o artista, trata-se de um material eterno que caracteriza a substância do mundo. Assim, se "Earth Circle" pode ser entendido como símbolo da constituição da terra, na sua divisão em duas partes complementares é possível detetar uma alusão à filosofia taoista, segundo a qual o Todo (o mundo) é composto por duas forças opostas que, no entanto, se complementam (Ying e Yang).Em 1967 Long realiza o seu primeiro trabalho baseado no ato de caminhar na paisagem: "A Line Made by Walking" [Uma linha feita a caminhar], uma linha reta criada pelo caminhar do artista num campo relvado. Ao longo da sua carreira, Long realizou inúmeras caminhadas em paisagens naturais, sobretudo desertas, de várias partes do mundo, partindo sempre de uma ideia previamente estabelecida. Durante estas caminhadas, realiza ocasionalmente intervenções na natureza e com a própria natureza: círculos ou linhas retas inscritos no solo pela repetição de um trajeto ou produzidos com pedras ou outros elementos naturais encontrados no local; as caminhadas são também documentadas através de fotografias, textos ou mapas; Long também utiliza materiais recolhidos para produzir esculturas como "Earth Circle".
Loureiro, José
José Loureiro (Mangualde, Portugal, 1961)Sem título, 2005- Óleo sobre tela
- 370 x 297 cm
- Col. Fundação de Serralves - Museu de Arte Contemporânea, Porto. Aquisição em 2009
- José Loureiro define-se como um pintor em sentido restrito. A sua pintura é uma rigorosa exploração das possibilidades da cor, linha, superfície e suporte. As suas obras apresentam um fundo monocromático, segmentado por linhas horizontais ou verticais que atravessam, regulam ou fracionam a tela. Em Sem Título 2005 o espaço da pintura é organizado e faz uso de formas modulares, padrões, barras e riscas, reminiscente das pinturas proto-minimalistas do artista americano Frank Stella. A natureza rigorosamente abstrata destas obras remete para a história da abstração na pintura portuguesa da década de 1960, mais notoriamente para a obra de Fernando Lanhas.
José Loureiro (Mangualde, Portugal, 1961)Sem título, 2008- Óleo sobre tela
- 267 x 230 cm
- Col. Fundação de Serralves - Museu de Arte Contemporânea, Porto. Aquisição em 2009
- José Loureiro define-se como um pintor em sentido restrito. A sua pintura é uma rigorosa exploração das possibilidades da cor, linha, superfície e suporte. As suas obras apresentam um fundo monocromático, segmentado por linhas horizontais ou verticais que atravessam, regulam ou fracionam a tela. Em Sem Título 2008 o espaço da pintura é organizado e faz uso de formas modulares, padrões, barras e riscas, reminiscente das pinturas proto-minimalistas do artista americano Frank Stella. A natureza rigorosamente abstrata destas obras remete para a história da abstração na pintura portuguesa da década de 1960, mais notoriamente para a obra de Fernando Lanhas.
José Loureiro (Mangualde, Portugal, 1961)Sem título, 2009- Óleo sobre tela
- 221 x 194 cm
- Col. Fundação de Serralves - Museu de Arte Contemporânea, Porto. Doação do artista e cortesia Cristina Guerra Contemporary Art em 2009
- José Loureiro define-se como um pintor em sentido restrito. A sua pintura é uma rigorosa exploração das possibilidades da cor, linha, superfície e suporte. As suas obras apresentam um fundo monocromático, segmentado por linhas horizontais ou verticais que atravessam, regulam ou fracionam a tela. Em Sem Título 2009 o espaço da pintura é organizado e faz uso de formas modulares, padrões, barras e riscas, reminiscente das pinturas proto-minimalistas do artista americano Frank Stella. A natureza rigorosamente abstrata destas obras remete para a história da abstração na pintura portuguesa da década de 1960, mais notoriamente para a obra de Fernando Lanhas.
José Loureiro (Mangualde, Portugal, 1961)Sem título, 2015- Óleo sobre tela
- 210 x 150 cm
- Col. Fundação de Serralves - Museu de Arte Contemporânea, Porto. Aquisição em 2016
- As pinturas de José Loureiro (Mangualde, 1961) revelam mobilidade, vibrações e um largo espectro de efeitos pictóricos. Explorando a pintura como meio e a abstração como abordagem, Loureiro usa uma linguagem visual estritamente baseada na forma, na cor e na linha. Este trabalho sem título é simultaneamente preciso, físico e expressivo: as pinceladas são rigorosas demonstrando porém a sua natureza manual. A obra decorre da investigação de Loureiro, nomeadamente sobre o espaço pictórico e a sua multiplicação. A pintura pode ser lida como uma manifestação da geometria interna de qualquer tela, normalmente um retângulo de linhas direitas e de ângulos retos.
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