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Yang, Haegue
Haegue Yang (Seoul, Coreia do Sul, 1971)Sonic Rotating Geometry Type E - Nickel Plated # 18, 2013- Geometria rotativa sónica tipo E - niquelada n.º 18, 2013
- Chapa de aço, revestimento em pó, rolamentos, grade metálica, guizos niquelados, argolas metálicas
- 100 x 100 cm
- Col. Fundação de Serralves - Museu de Arte Contemporânea, Porto. Aquisição em 2014
- As quatro "Sonic Rotating Geometries" [Geometrias rotativas sónicas], parte de uma série iniciada em 2013, propõem uma sobreposição de narrativas formais e conceptuais. Uma das suas componentes essenciais é a interação geometria, cor, movimento e som. Montadas diretamente sobre um fundo circular monocromático pintado na parede, estas formas geométricas estão recobertas por guizos niquelados que podem ser postos em rotação com a mão. As cores foram selecionadas da paleta da decoração concebida em 1926-28 por Sophie Taeuber-Arp, com a colaboração de Hans Arp e Theo van Doesburg, para a Salle des Fêtes e o Foyer-Bar do Edifício Aubette em Estrasburgo. Quando em movimento, estas formas abstratas dissolvem-se numa geometria turva que recorda as ilusões óticas dos "Rotoreliefs" de Marcel Duchamp (1935). Todavia, no trabalho de Yang o efeito visual é substituído pelas oscilações dos guizos, associados com os carrilhões budistas ou com cerimónias xamânicas. Os guizos são um elemento recorrente no seu trabalho recente, em que a escultura se torna uma presença que é empurrada, puxada, usada ou habitada, criando combinações ressonantes de movimento, luz e som.As propostas escultóricas de Haegue Yang são parte de uma forma multivalente de fazer arte, que engloba uma obra gráfica assim como escultórica, e em que a própria apresentação na exposição institui uma dimensão vital e coreografada. Som, movimento, objetos encontrados e estruturas ready-made - por exemplo, expositores de varão, estores, candeeiros e ventoinhas elétricas - têm constituído o material para os seus ambientes e esculturas semelhantes a totens, que sugerem transitoriedade e evocações de mobilidade através do tempo e do espaço.Em anos mais recentes, Yang voltou-se para o cânone da arte, da dança e dos figurinos modernistas, desde a decoração interior do Edifício Aubette até à Sagração da primavera, de Stravinksy (1910), passando pelo Ballet Triádico, concebido em 1922 por Oskar Schlemmer, professor na Bauhaus.
Haegue Yang (Seoul, Coreia do Sul, 1971)Sonic Rotating Geometry Type F - Nickel Plated # 19, 2013- Geometria rotativa sónica tipo F - niquelada n.º 19, 2013
- Chapa de aço, revestimento em pó, rolamentos, grade metálica, guizos niquelados, argolas metálicas
- 70 x 70 cm
- Col. Fundação de Serralves - Museu de Arte Contemporânea, Porto. Aquisição em 2014
- As quatro "Sonic Rotating Geometries" [Geometrias rotativas sónicas], parte de uma série iniciada em 2013, propõem uma sobreposição de narrativas formais e conceptuais. Uma das suas componentes essenciais é a interação geometria, cor, movimento e som. Montadas diretamente sobre um fundo circular monocromático pintado na parede, estas formas geométricas estão recobertas por guizos niquelados que podem ser postos em rotação com a mão. As cores foram selecionadas da paleta da decoração concebida em 1926-28 por Sophie Taeuber-Arp, com a colaboração de Hans Arp e Theo van Doesburg, para a Salle des Fêtes e o Foyer-Bar do Edifício Aubette em Estrasburgo. Quando em movimento, estas formas abstratas dissolvem-se numa geometria turva que recorda as ilusões óticas dos "Rotoreliefs" de Marcel Duchamp (1935). Todavia, no trabalho de Yang o efeito visual é substituído pelas oscilações dos guizos, associados com os carrilhões budistas ou com cerimónias xamânicas. Os guizos são um elemento recorrente no seu trabalho recente, em que a escultura se torna uma presença que é empurrada, puxada, usada ou habitada, criando combinações ressonantes de movimento, luz e som.
Haegue Yang (Seoul, Coreia do Sul, 1971)Sonic Rotating Geometry Type D - Nickel Plated # 16, 2013- Geometria rotativa sónica tipo D - niquelada nº 16, 2013
- Chapa de aço, revestimento em pó, rolamentos, grade metálica, guizos niquelados, argolas metálicas
- 100 x 100 cm
- Col. Fundação de Serralves - Museu de Arte Contemporânea, Porto. Doação da artista em 2014
- As quatro "Sonic Rotating Geometries" [Geometrias rotativas sónicas], parte de uma série iniciada em 2013, propõem uma sobreposição de narrativas formais e conceptuais. Uma das suas componentes essenciais é a interação geometria, cor, movimento e som. Montadas diretamente sobre um fundo circular monocromático pintado na parede, estas formas geométricas estão recobertas por guizos niquelados que podem ser postos em rotação com a mão. As cores foram selecionadas da paleta da decoração concebida em 1926-28 por Sophie Taeuber-Arp, com a colaboração de Hans Arp e Theo van Doesburg, para a Salle des Fêtes e o Foyer-Bar do Edifício Aubette em Estrasburgo. Quando em movimento, estas formas abstratas dissolvem-se numa geometria turva que recorda as ilusões óticas dos "Rotoreliefs" de Marcel Duchamp (1935). Todavia, no trabalho de Yang o efeito visual é substituído pelas oscilações dos guizos, associados com os carrilhões budistas ou com cerimónias xamânicas. Os guizos são um elemento recorrente no seu trabalho recente, em que a escultura se torna uma presença que é empurrada, puxada, usada ou habitada, criando combinações ressonantes de movimento, luz e som.As propostas escultóricas de Haegue Yang são parte de uma forma multivalente de fazer arte, que engloba uma obra gráfica assim como escultórica, e em que a própria apresentação na exposição institui uma dimensão vital e coreografada. Som, movimento, objetos encontrados e estruturas ready-made - por exemplo, expositores de varão, estores, candeeiros e ventoinhas elétricas - têm constituído o material para os seus ambientes e esculturas semelhantes a totens, que sugerem transitoriedade e evocações de mobilidade através do tempo e do espaço.Em anos mais recentes, Yang voltou-se para o cânone da arte, da dança e dos figurinos modernistas, desde a decoração interior do Edifício Aubette até à Sagração da primavera, de Stravinksy (1910), passando pelo Ballet Triádico, concebido em 1922 por Oskar Schlemmer, professor na Bauhaus.
Haegue Yang (Seoul, Coreia do Sul, 1971)Sonic Rotating Geometry Type D - Nickel Plated # 17, 2013- Geometria rotativa sónica tipo D - niquelada nº 17, 2013
- Chapa de aço, revestimento em pó, rolamentos, grade metálica, guizos niquelados, argolas metálicas
- 100 x 100 cm
- Col. Fundação de Serralves - Museu de Arte Contemporânea, Porto. Aquisição em 2014
- As quatro "Sonic Rotating Geometries" [Geometrias rotativas sónicas], parte de uma série iniciada em 2013, propõem uma sobreposição de narrativas formais e conceptuais. Uma das suas componentes essenciais é a interação geometria, cor, movimento e som. Montadas diretamente sobre um fundo circular monocromático pintado na parede, estas formas geométricas estão recobertas por guizos niquelados que podem ser postos em rotação com a mão. As cores foram selecionadas da paleta da decoração concebida em 1926-28 por Sophie Taeuber-Arp, com a colaboração de Hans Arp e Theo van Doesburg, para a Salle des Fêtes e o Foyer-Bar do Edifício Aubette em Estrasburgo. Quando em movimento, estas formas abstratas dissolvem-se numa geometria turva que recorda as ilusões óticas dos "Rotoreliefs" de Marcel Duchamp (1935). Todavia, no trabalho de Yang o efeito visual é substituído pelas oscilações dos guizos, associados com os carrilhões budistas ou com cerimónias xamânicas. Os guizos são um elemento recorrente no seu trabalho recente, em que a escultura se torna uma presença que é empurrada, puxada, usada ou habitada, criando combinações ressonantes de movimento, luz e som.As propostas escultóricas de Haegue Yang são parte de uma forma multivalente de fazer arte, que engloba uma obra gráfica assim como escultórica, e em que a própria apresentação na exposição institui uma dimensão vital e coreografada. Som, movimento, objetos encontrados e estruturas ready-made - por exemplo, expositores de varão, estores, candeeiros e ventoinhas elétricas - têm constituído o material para os seus ambientes e esculturas semelhantes a totens, que sugerem transitoriedade e evocações de mobilidade através do tempo e do espaço.Em anos mais recentes, Yang voltou-se para o cânone da arte, da dança e dos figurinos modernistas, desde a decoração interior do Edifício Aubette até à Sagração da primavera, de Stravinksy (1910), passando pelo Ballet Triádico, concebido em 1922 por Oskar Schlemmer, professor na Bauhaus.
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